segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Aniver Mauro
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Tapa de luva
Os gremistas estão boquiabertos, estarrecidos, estupefatos, e por cima de tudo envergonhados com a atitude do Internacional.
O Clube do povo mostrou para o mundo por que já se encontra em outro patamar.
O time dirigido pelo Celso Roth deu uma aula de grandeza ética, superioridade e fair play.
Contrariando a maioria da torcida, o Colorado mesmo com seus reservas, (por motivo óbvio) foi no Rio, deu tudo que podia e acabou vencendo o principal rival do Grêmio para classificação à Libertadores da América. Praticamente colocou o tricolor na competição do próximo ano.
Será que se fosse invertido os papéis, viria do Grêmio tal atitude? Creio que não, não nesse momento.
Cheguei a cogitar com amigos (em boteco) em vencer o Botafogo e dar logo depois a seguinte entrevista: - Vencemos porque queremos o Grêmio na competição.
Nossa quanta coragem, muito bonito se desse certo. Cruzar com o Grêmio em uma Libertadores seria histórico, memorável e trágico. O Brasil iria parar, pois a maior rivalidade do mundo estaria em campo pela Libertadores da América, os dois bi-campeões, O Estado ficaria em estado de sitio, soaria até o toque de recolher, e as clínicas do coração lotariam.
Um dos dois sairiam com seqüelas permanentes, e se caso fosse o Inter isso seria ainda mais relevante, pois a frase dita foi escrita: Vencemos porque queremos o Grêmio na competição.
Seria bem melhor não arriscar, deixar o grêmio fora do G4, entregar o jogo sim senhor, afinal de contas a paixão está bem acima da razão, bonita a atitude, mas se dependesse de mim teria entregado. Ah se teria.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Eu Diretor...
Depois de fazer uma ponta (figurante) no filme Antes que o mundo acabe, gravei na tarde desta segunda-feira, um documentário sobre a sorveteria da Dona Leda. Foi uma entrevista de dois minutos, mas deu pra suar o sovaco. Tremia tanto que não conseguia trazer a pazinha do sorvete até a boca. Mas depois que acaba é gratificante. Estou louco pra assistir. Já estou me sentindo o Marlon Brando.
Estou pensando em calcar minha carreira em curtas. Adoro curtas, até esses Curtas Gaúchos eu gosto, curtas são mais pra pessoas alternativas, pessoas que enxergam nas entrelinhas, que se apegam aos detalhes, ao surreal, ao nada a ver. Os pseudo-intelectuais. E agradar esses marrentos não é fácil. Ou é?
Mas vou trocar a carreira de ator para a de Diretor. Meu lance é atuar atrás das câmeras.
Se meu primeiro curta não prestar, não tem problema nenhum, não vai ser o primeiro nem o último que os cults jogarão terra em cima. Na minha cabeça o curta não precisa ter muito pé nem cabeça. Ë onde se deve deixar a imaginação extrapolar os limites da razão.
Não pensem que vou sair por aí com um celular fazendo meu filme à moda Miguelão, ntsc ntsc, adoro aquele glamour, aquele charme dos grandes diretores, vestindo coletes, sentados na cadeira escrito diretor, megafone boné e até os óclinhos...te mete.
O Roteiro esta tomando forma. Aceito idéias e ajuda.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Mentir ou não mentir, eis a questão.
Acho que é impossível viver sem a mentira, ela acontece várias vezes durante um dia em nossas vidas. Ás vezes é bem vinda, ás vezes não. A mentira pode ser salvadora ou arrasadora, depende do momento, ou melhor, da ocasião. Se desvendada pode ser um tiro no pé. Caso não seja, não foi mentira, foi verdade.
Há momentos que a mentira é imprescindível, imaginem que você estava com os amigos em uma janta, bebeu todas e foram dar uma espiadinha num cabaré da vida, ficaram meia horinha e foram pra casa, nada demais aconteceu. Você chega em casa e sua mulher sente o cheiro de puta antes de você subir a escada, olha tua carinha, teu bafo que inutilmente tu tentou disfarçar com chicle do painel do carro e lasca: - Por onde o Sr andava?
Ninguém vai se atrever a dizer: - No cabaré , ora bolass...não comi ninguém, ssó dei uma dançççadinha com a SSheila...e com a Pepê e Nenêm...
Nessa hora cabe aquele: - Era ssó o que me ffaltavva.
Outros momentos que cabe aquela mentirinha é quando a pergunta é tão cretina que não tem outro jeito.
- Gostou da minha família?
- Vai dizer...já tinha feito isso antes?
- Tu gosta tanto de mim assim?
- A tua ex ainda te liga?
- Ela é melhor que eu?
Também não é necessário falar sempre a verdade, abrir a mala e ir contando... sabe isso daí? Fiz com todo o pessoal da 3ª DI (divisão de infantaria).
Quando a escolha for mentir, assuma a responsabilidade, jamais subestime pois não há nada mais embaraçador do que ser pego no pulo, ainda no ar. A aterrissagem pode ser fatal. Quase sempre é.
Acredito que a verdade deva prevalecer sempre, mesmo que doa. Parafraseando Color de Mello: Duela a quien duela.
É tão bom viver na verdade, às vezes acabamos magoando as pessoas que amamos, mas é infinitamente melhor do que sermos apanhados com a mão na guaiaca.
Para quem é pai, cuidem com o exemplo, jamais caiam na tradicional: - Se for pra mim, diga que não estou. Estará ensinando teu próprio filho o caminho errado, o desvio. Pensem nisso.
E quando a mentira for mantida, “CONVENÇA AS PAREDES DO QUARTO E DORME TRANQUILO, SABENDO NO FUNDO DO PEITO QUE NÃO ERA NADA DAQUILO...”
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Meu animal de estimação
Mesmo antes de me conhecer como gente, ja tinha meus bichinhos de estimação, sempre fui muito ligado neles, cachorro, gato, hamster, até a chimbica minha galinha.
Tive porquinho da índia, vaquinha, um viveiro cheio de cardeais, gaturamas, bandeirinhas, colerinhas, saira de 7 cores, fim-fim. Tive peixinhos, pintinhos, tudo que era filhotinho ia parar lá em casa.
Até hoje é assim amo animais. Ontem li uma frase mais ou menos assim: "EU LEVO UMA VIDA DE CACHORRO! Não me drogo, não odeio, não contamino, não invejo, não cobiço, não traio e sobretudo, não dependo de bens materiais para SER FELIZ!"
Parei por um instante para invejá-los. Que criaturas magníficas!
Além de tudo estão sempre prontos para dar e receber carinhos, ficam à nossa volta implorando um colo, um chamego. Eles são realmente como filhos, enchem a casa de alegria, às vezes de sujeira, mas vale a pena.
"RESPEITAR os animais é DEVER de todos, AMÁ-LOS é um PRIVILÉGIO de poucos"